(HAHA.EXE)
(Trap Ritualístico de Exú & Caos)
(Intro)
(grave pesado, risada distante reverberando)
Yeah…
Uh…
Encruzilhada aberta…
HAHAHAHAHAHAHAHA!
Exú tá rindo de novo…
(Verso I)
Mente travada, vivendo script,
ego montado tipo cosplay drip.
Todo mundo preso tentando caber,
mas eu vim pro caos pra me desfazer.
Queimo sigilo dentro do beat,
fumaça vermelha subindo no grid.
Trap ritual, frequência ancestral,
hackeando a matrix espiritual.
HAHAHAHAHAHA!
Escuta o riso cortando o véu.
Exú virou glitch no céu.
Toda máscara cai no chão
quando o caos invade a percepção.
(Pré-Refrão)
Se a mente congela…
o riso quebra.
Se o medo controla…
o caos entra.
(Refrão)
HAHAHAHAHAHA!
Rasga a realidade.
HAHAHAHAHAHA!
Quebra identidade.
OBLITERAR!
Tudo que tenta prender.
OBLITERAR!
Pra consciência expandir sem morrer.
Rindo no escuro da madrugada,
Exú transformando trauma em espada.
HAHAHAHAHAHA!
(Verso II)
Gnose excitatória no grave batendo,
meu corpo inteiro tá transcendendo.
Pulso acelerado, respiração fogo,
caos dissolvendo personagem morto.
Não existe forma fixa,
não existe verdade final.
Só fluxo, ruptura
e delírio transcendental.
Exú me olha e começa a rir:
HAHAHAHAHAHAHAHA!
Tipo quem sabe
que o universo inteiro
é muito maior que o teatro daqui.
(Bridge)
Ria da culpa.
Ria do medo.
Ria do sistema rodando em segredo.
HA! HA! HA!
Ria do ego pedindo controle.
Ria da mente querendo padrão.
Porque o caos entra dançando
quando explode a contenção.
(Drop Ritualístico)
OBLITERAR!
OBLITERAR!
OBLITERAR!
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
O riso dissolve.
O grave consome.
A sombra desperta.
O caos te renomeia.
(Outro — Loop)
(grave desacelerando)
Na esquina…
na fumaça…
na falha da realidade…
ainda dá pra ouvir…
HA… HAHAHAHAHAHAHA…
Yeah…
Exú tá rindo de novo.