(Verso 1)
Sinto o toque do tambor no peito,
Mesmo sem estar lá, eu aceito.
Algo maior me chama a crer,
Mesmo que o mundo não queira ver.
(Pré-refrão)
Meus pais não entendem, minha família não vê,
Mas dentro de mim, a fé quer nascer.
Não é rebeldia, é conexão,
É a voz da alma pedindo direção.
(Refrão)
Eu só quero sentir o axé,
Deixar a luz guiar minha fé.
Umbanda me chama, com amor e calma,
Mesmo de longe, ela mora na minha alma.
E um dia eu sei, eu vou chegar,
No terreiro e poder cantar.
Saravá pra quem vem me ouvir,
Essa é a fé que vive em mim.
(Verso 2)
Fecho os olhos e ouço o som,
Dos atabaques batendo em tom.
Oxalá me cobre com paz,
E eu sigo firme, mesmo que doa mais.
(Pré-refrão)
Não quero brigar, só quero existir,
Deixar minha fé poder fluir.
Quem ama entende, quem sente respeita,
Umbanda é amor, é alma perfeita.
(Refrão)
Eu só quero sentir o axé,
Deixar a luz guiar minha fé.
Umbanda me chama, com amor e calma,
Mesmo de longe, ela mora na minha alma.
E um dia eu sei, eu vou chegar,
No terreiro e poder cantar.
Saravá pra quem vem me ouvir,
Essa é a fé que vive em mim.
(Ponte)
Se o mundo julgar, eu vou calar,
Mas o coração não vai parar.
Porque o que é de Deus ninguém destrói,
E o amor dos guias sempre constrói.
(Último refrão – suave e forte)
Eu só quero sentir o axé,
Deixar a luz guiar minha fé.
Umbanda me chama, com amor e calma,
Mesmo de longe, ela mora na minha alma.
E um dia eu sei, eu vou chegar,
No terreiro e poder cantar.
Saravá, minha luz, meu chão,
Umbanda vive no meu coração.