Ele silenciou o seu sorriso
Amores feitos de papel
Prometeu a ela o paraíso
E nem chegou perto do céu
Pobre coitado,
pobre coitado…
As luzes brilhavam falsas
No meio da multidão
Tirou dela todos os sonhos
E a deixou na solidão
Pobre coitado,
pobre coitado…
Amores de papel não sabem amar
Desenhou a ela o céu pra depois rasgar
Amores de papel não sabem amar
Desenhou a ela o céu pra depois rasgar
Então ela se calou de promessas recicladas
Ela encontrou um outro amor
E ele se perdeu em palavras
Aí o coração dele sangrou
E quando viu já era tarde
Afogando na dor
Restou no peito só a saudade
Pobre coitado,
pobre coitado…
Amores de papel não sabem amar
Desenhou a ela o céu pra depois rasgar
Amores de papel não sabem amar
Desenhou a ela o céu pra depois rasgar
Pobre coitado
Pobre coitado…
Oh… oh… Oh..
Pobre coitado
Pobre coitado…