(Intro - Voz ao longe)
Shhh... drip, drip...
Tipo Monalisa, Ponte Nova no mapa...
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(Verso 1)
Na Ponte Nova ando slow, mas o olhar mete pressão
Sorriso enviesado, tipo jogo de ilusão
Tipo Vinci com pincel, pinto quadros no trajeto
Na viela sou mural, cada esquina é meu projeto
Tenho a face que confunde, alma que não se revela
Tipo cofre sem chave, sou silêncio na novela
Tanta pose decifrada, mas ninguém leu minha cena
Tipo Monalisa à tuga — enigma com sistema
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(Refrão)
Tipo Monalisa, nem o Louvre me arquiva
Mistério no rosto, mas o peito em chamas cativa
Ponte Nova é meu Louvre, cada passo é relíquia
Tipo Monalisa, traço firme, cara viva
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(Verso 2)
Calmo no meio do fumo, mas o brilho nunca apaga
Sou detalhe na moldura que o tempo nunca estraga
Verso cinzelado tipo pedra na calçada
Na parede da cidade minha rima é assinada
Não sou selfie, sou pintura com história e densidade
Não sou pose de momento, sou verdade em camadas
Ponte Nova me criou com propósito e alma
Sou incógnita na tela, mas a rua é minha sala
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(Refrão)
Tipo Monalisa, nem o Louvre me arquiva
Mistério no rosto, mas o peito em chamas cativa
Ponte Nova é meu Louvre, cada passo é relíquia
Tipo Monalisa, traço firme, cara viva
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(Bridge - Voz com eco)
Shhh...
Monalisa no beat, drip no estilo,
Nunca perco o foco, nunca me humilho...
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(Último Verso – Fast Flow à Tuga)
Yeah,
Sou código cifrado entre becos e paredes,
Com verdades afiadas tipo cortes nas sedes,
Cada rima uma relíquia, cada sílaba uma pista,
E quem tenta desvendar-me, desiste à primeira vista.
Sou tensão no silêncio, sou mensagem entre linhas,
Tipo Vinci com a tinta, deixo enigmas em rimas,
Não sou trending, sou eterno, tipo arte de museu,
Cada verso tem detalhe que o comum nunca leu.
Falo pouco, mas impacto, deixo beats a arder,
Não sigo modas, mano, faço-as nascer
Drip na postura, rija armadura,
Tipo Monalisa, mas com alma mais dura.
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(Outro)
Shhh... drip, drip...
Ponte Nova na vibe, tinta viva no script...