Verso 1
Bob chegou, conquistou, abraçou,
Com olhar sincero e um jeito que encantou.
Foi o começo de tudo, sem saber,
Que aquele amor ia só crescer.
Verso 2
Veio a Bela, delicada e leal,
Trouxe doçura pra esse quintal.
Depois o Doguinho, bagunça e riso solto,
Três corações batendo num mesmo conforto.
Refrão
São patinhas marcando o chão do meu viver,
Amor que não fala, mas sabe dizer.
No silêncio deles eu encontro a paz,
Meus amores de quatro patas, nada é igual, nada é demais.
Verso 3
E então veio o bebê, o pequeno Júnior,
Cheio de ternura, puro amor.
Penélope chegou com seu jeitinho fiel,
Zoe ilumina tudo como um raio de sol no céu.
Verso 4
Tem o Bartolomeu, o grandão, força e proteção,
E a docinho, a menorzinha, puro açúcar em forma de emoção.
Cada um diferente, mas todos iguais no amar,
Um laço eterno que ninguém vai quebrar.
Refrão
São patinhas marcando o chão do meu viver,
Amor que não fala, mas sabe dizer.
No silêncio deles eu encontro a paz,
Meus amores de quatro patas, nada é igual, nada é demais.
Ponte (homenagem)
E a Belinha…
Não está mais aqui pra eu tocar,
Mas vive em mim, no vento, no olhar.
Em espírito corre livre, sem dor,
Guardada pra sempre no meu amor.
Último Refrão (suave)
São patinhas que o tempo não vai apagar,
Nem a distância consegue levar.
Eu olho pra eles e sei, sem pensar:
Eu amo todos… e vou sempre amar.
Final
Bob, Bela, Doguinho e cada coração,
Vocês são meu lar, minha oração.
Amores de quatro patas, razão do meu sorrir,
Com vocês, pra sempre, eu escolhi existir.