

Prompt / Lyrics
[Verse 1] Se me ver quietinha De cara fechada Me deixa Tô fazendo guerra Dentro da mesma cabeça Não é birra Nem drama Nem vontade de ferir É só eu contra mim Tentando não desistir [Chorus] Às vezes o silêncio é defesa É fôlego É recomeço na incerteza É o jeito que eu achei de não desmoronar Se eu não falo É pra não gritar Se eu me afasto É pra me encontrar Deixa eu ficar aqui Até passar [Verse 2] Às vezes eu travo o riso Pra não soltar o choro inteiro Guardo o mundo na boca Engulo tudo em segredo Se eu não olho nos olhos Não é falta de atenção É medo de alguém enxergar O caos dentro do meu coração [Chorus] Às vezes o silêncio é defesa É fôlego É recomeço na incerteza É o jeito que eu achei de não desmoronar Se eu não falo É pra não gritar Se eu me afasto É pra me encontrar Deixa eu ficar aqui Até passar [Bridge] Não tenta traduzir meu sossego torto Nem consertar o que eu nem sei falar (hey) Às vezes tudo que eu mais preciso É só alguém que saiba me deixar ficar [Chorus] Às vezes o silêncio é defesa É fôlego É recomeço na incerteza É o jeito que eu achei de não desmoronar Se eu não falo É pra não gritar Se eu me afasto É pra me encontrar Deixa eu ficar aqui Até passar
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Intimate Brazilian pop ballad with female vocals; soft nylon-string guitar and subtle Rhodes set a hushed, late-night mood. Verses stay close and confessional, mostly voice and guitar; chorus blooms with warm pads, light percussion, and airy harmonies for an emotional lift. Bridge pulls instruments down to almost a whisper, then final chorus returns slightly stronger, with gentle backing vocals echoing key phrases.
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3/22/2026