

Prompt / Lyrics
[Intro – guitarra limpa, bar vazio, som de copos ao fundo] Última cadeira virada na mesa… luzes quase apagadas. [Verso 1] Bar quase vazio, neon a piscar Só eu e o eco tentando cantar Dedos cansados no velho violão Notas caindo no chão Ninguém bate palma, ninguém quer ficar Só o silêncio aprendendo a escutar Eu canto mais pra não me perder Do que pra alguém me entender [Verso 2] Tem dias que a fé quer fugir E a estrada parece ruir Seguir é pesado demais Mas quem disse que o certo é fácil demais? Entre um gole amargo e outro Eu converso com Deus baixinho “Se eu ainda tô de pé É porque o Senhor anda comigo no caminho.” [Refrão] Esse é meu último blues antes do amanhecer Se for pra cair, que seja de joelhos pra agradecer Eu não toco por fama, nem pra aparecer Eu toco pra minha alma sobreviver Se o mundo é frio e não quer ouvir Ainda existe céu por aqui Mesmo quando ninguém vê Deus escuta o que eu canto pra viver [Verso 3] No fundo do bar, quase invisível Um rapaz lutando contra o impossível Olhos vermelhos, copo na mão Carregando o peso do não Ele não sabe, mas cada refrão Tá segurando o fio da decisão Enquanto eu canto minha própria dor Algo ali reacende o amor [Ponte – instrumental suave] Eu não vi quando ele levantou Não vi quando o copo largou Não vi quando decidiu voltar Pra vida que quase deixou escapar [Refrão Final – mais intenso] Esse foi meu último blues antes do amanhecer Mas talvez tenha sido o primeiro de alguém pra viver Se o caminho é duro e o mundo é cruel Eu continuo firmando meu pé Porque permanecer é difícil, eu sei Mas nunca caminhei sozinho, eu sei Se a noite insiste em escurecer Minha fé me ensina a permanecer [Outro – guitarra chorando, suave] O sol nasceu sem fazer alarde Eu guardei o violão já tarde Sem saber que naquela canção Fui resposta pra uma oração. [Solo de violão lento e curto]
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Blues lento, grave bass, male
4:22
No
2/27/2026