(Verso 1)
O sino bate, mas a vida está lá fora
No asfalto quente, onde o mundo chora
Vi gente vindo com a alma em pedaços
Buscando abrigo, encontrando cansaço
Foram usados em nome do Sagrado
Por mãos de homens, o mestre foi ocultado
Mas o Deus que eu sinto não habita o engano
Ele é o consolo no erro humano.
(Refrão)
Pregue o Evangelho em cada esquina
Que a tua vida seja a doutrina
Se a dor do outro o teu peito cala
Pregue o amor e, se preciso, usa a fala.
Seja o alento, seja o calor
Uma igreja chamada Tov, feita de amor.
(Verso 2)
Não basta o teto, o rito ou o altar
Se a bondade não souber caminhar
Ser "Tov" é ser cura, é ser o abraço
É ser o descanso no meio do passo
Pois muitos chegam feridos e sós
Enganados por homens, ouvindo más vozes
Mas Deus é a luz que não fere a visão
É a paz que restaura o que está no chão.
(Ponte)
O templo é o ponto de partida, não o fim
Onde o jardim floresce para fora do jardim
Menos discurso, mais mãos estendidas
Curando as marcas de tantas feridas.
(Refrão)
Pregue o Evangelho em cada esquina
Que a tua vida seja a doutrina
Se a dor do outro o teu peito cala
Pregue o amor e, se preciso, usa a fala.
Seja o alento, seja o calor
Uma igreja chamada Tov, feita de amor.
(Final)
Seja bondade.
Seja o Evangelho vivo.
Onde quer que fores...
Se preciso for, usa as palavras.
(Refrão)
Pregue o Evangelho em cada esquina
Que a tua vida seja a doutrina
Se a dor do outro o teu peito cala
Pregue o amor e, se preciso, usa a fala.
Seja o alento, seja o calor
Uma igreja chamada Tov, feita de amor.
feita de amor.
feita de amor.
feita de amor.