Do casulo à luz,
surge a vida a brotar,
Uma pequena lagarta
começa a se transformar.
Em silêncio tece
o fio da própria morada,
Prepara-se para a
metamorfose encantada.
No abrigo do tempo, a mudança se faz,
E a lagarta, paciente, ao destino se apraz.
Dentro do casulo, um mistério a se formar,
A arte da natureza está prestes a revelar.
Eis que surge a borboleta, com asas a bailar,
Dança ao vento, ao sol, livre para voar.
De flor em flor, a beleza a espalhar,
No ciclo da vida, um novo começo a celebrar.
A borboleta nos ensina com o seu voo sutil,
Que após a escuridão, o renascer é febril.
Cada etapa vivida, uma lição a extrair,
Na filosofia da vida, um eterno fluir.