(voz grave, uso de voz de peito, quase sussurrada)
No silêncio da noite fria...
Alguém te observa na escuridão...
Passos ecoam na agonia...
Um sussurro chama: “venha... sem perdão”
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[Pré-refrão]
(voz mais arranhada, com drive vocal leve, crescendo em intensidade)
O vento corta, a vela apaga...
O corredor não tem saída...
Um vulto ri...
E a sombra diz:
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[Refrão]
(voz aberta, forte, com belting no final das frases)
SORRIA! mesmo que doa na pele...
SORRIA! enquanto o medo te fere...
O riso é faca, corta na alma vazia...
Preso no eco, a voz repete: sorria... sorria...
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[Verso 2]
(voz falsa calma, voz mista com tom sombrio)
Um espelho mostra o que não é seu...
Teus olhos sangram, mas ninguém percebeu...
O chão respira, as paredes gritam...
E no reflexo, mil bocas te imitam...
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[Bridge]
(voz sussurrada, depois falsete dramático)
Sinta a dor que nunca vai calar...
Ria alto, deixe o corpo entregar...
O riso abre portas que não fecham mais...
Um coro chama do fundo: “não volte jamais”
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[Refrão Final]
(voz explosiva, gutural, misturando drive com grito controlado)
SORRIA! até que a sanidade desabe...
SORRIA! enquanto a escuridão te consome...
Ria sem boca, ria sem vida...
A sombra canta: sorria... sorria... sorria!