[Intro]
Um sábio sussurrou:
nunca deseje quem só te olha,
deseje quem realmente te enxerga.
(voz em eco distante: “quem te quer...”)
[Verso 1]
Porque quem só gosta de você te engana com olhos bonitos,
mas quem te quer de verdade te segura quando o chão desaparece.
Quem gosta vem leve,
quem quer, fica — mesmo quando há tempestade.
(sons de chuva sintetizada, harpa digital e respirações processadas)
[Pré-refrão]
Entre o doce e o ruído,
entre o medo e o brilho,
o amor é um glitch no coração.
(bateria eletrônica entra, sample de batida irregular, reverb crescente)
[Refrão]
Não deseje quem te gosta,
querer é verbo que dói.
Quem te quer te encontra no caos,
te valoriza, te reconstrói.
(bateria tribal + coros em camadas, mix aberto, som celestial)
[Verso 2]
Gostar de alguém é só desejo,
que evapora pela manhã.
Querer alguém é fogo lento,
é ficar quando ninguém mais fica.
(sons graves quase inaudíveis, atmosfera enevoada, delay na respiração)
[Pré-refrão]
O amor não grita — ele insiste,
fica manso, mas não desaparece.
(piano simples, baixo elétrico, luz fria no palco)
[Ponte]
Porque quem te quer te encara,
sem precisar vencer.
Quem te quer não foge —
te escolhe outra vez.
(guitarra viva, bateria humana firme, voz rasgada e honesta)
[Refrão Final]
Não deseje quem só te gosta,
quem te gosta, se perde no som.
Quem te quer te chama de volta,
te valoriza, te dá tom.
(explosão sonora — coral, bateria, orquestra e glitch eletrônico; final grandioso e emocional)
[Outro]
Um sábio sussurrou:
não deseje quem só te gosta,
deseje quem te quer.
E quem te quer...
fica.
(fade com batidas de coração, vento e respiração compartilhada)