

Prompt / Lyrics
[Verso 1] Quatro da manhã A rua parada Janela embaçada Café na mão Todo mundo dorme Casa apagada Eu aqui fora Ouvindo o chão Folha que se mexe Galho rangendo Vento atravessando o meu jardim Grilo conversando Rio descendo Parece que o mundo fala pra mim [Refrão] Música da floresta Me cala Me acalma Me entrega ao pensar Cada som que aparece Me faz concentrar Me faz respirar Quando o mato canta perto de mim Sinto que eu também tô vivo assim [Verso 2] Silêncio tão cheio Nada atrapalha Passo de passarinho corta o ar Lua escondida atrás da telha Só eu e o escuro a conversar Longe um cachorro responde baixinho Galho que despenca Cai no tereréu Até a gota d’água acha caminho Contando segredo só pra mim e o céu [Refrão] Música da floresta Me cala Me acalma Me entrega ao pensar Cada som que aparece Me faz concentrar Me faz respirar Quando o mato canta perto de mim Sinto que eu também tô vivo assim [Ponte] Nessa hora ninguém me chama Ninguém reclama (hey) Só o som do mundo entrando em mim Fecho os olhos Deixo a mente ir descalça E o tempo desacelera bem aqui [Refrão] Música da floresta Me cala Me acalma Me entrega ao pensar Cada som que aparece Me faz concentrar Me faz respirar Quando o mato canta perto de mim Sinto que eu também tô vivo assim
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Gentle acoustic ballad with close-mic male vocals, fingerpicked nylon guitar, soft shaker, and subtle pad swells like distant dawn mist. Verses stay intimate and hushed; chorus blooms with warm stacked harmonies and a simple bass pulse. Keep dynamics modest but let the hook lift slightly, like breathing in cool morning air.
3:31
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2/22/2026