Verso 1)
O sol que brilha forte, mas a alma tá em pingo d'água
A mente viaja longe, onde a névoa se esvai sem mágoa
No fundo d'água cristalina, um mistério a embalar
O sino de Ofélia chama, a me guiar, a me chamar
(Refrão)
Vem, vem, sino de Ofélia, toca o som da paz pra mim
Nesse balanço do reggae, a tristeza tem seu fim
Vem, vem, a melodia suave, na corrente a flutuar
Leva a dor pra bem distante, pro mar limpar, pra purificar
(Verso 2)
As águas que se movem, levam lembranças e lamentos
Mas a força da natura cura todos os tormentos
Ofélia, a alma livre, entre flores e canções
Seu sino é um lamento, que acende as orações
(Refrão)
Vem, vem, sino de Ofélia, toca o som da paz pra mim
Nesse balanço do reggae, a tristeza tem seu fim
Vem, vem, a melodia suave, na corrente a flutuar
Leva a dor pra bem distante, pro mar limpar, pra purificar
(Ponte)
No fundo do rio, a esperança não se esconde
Num mar de calmaria, a resposta a gente encontra onde?
No som que ecoa manso, da Ofélia a inspirar
Que a vida segue em frente, e o amor vai nos guiar
(Refrão)
Vem, vem, sino de Ofélia, toca o som da paz pra mim
Nesse balanço do reggae, a tristeza tem seu fim
Vem, vem, a melodia suave, na corrente a flutuar
Leva a dor pra bem distante, pro mar limpar, pra purificar
(Outro)
Sino de Ofélia... no balanço...
Oh, yeah... Pura vibe...
(Fade out com o som do sino e a batida de reggae)