Chamado ao Caos
Há muito tempo deixei de lutar,
As trevas vieram me abraçar.
O mundo é palco, minha prisão,
E o caos pulsa no meu coração.
Sou um colapso em movimento,
Um eco de fogo no firmamento.
Não há salvação, nem volta atrás,
Só o rugido do caos que tudo desfaz.
Refrão:
Vou incendiar, rasgar a noite com meu grito,
Dançar no abismo, um caos infinito.
Melhor fugir, pois minha fúria não tem razão,
Hoje o caos é o meu trovão.
Vou incendiar, rasgar a noite com meu grito,
Dançar no abismo, um caos infinito.
Melhor fugir, pois minha fúria não tem razão,
Hoje o caos é o meu trovão.
Tick-tick-boom,
Tick-tick-boom,
Tick-tick.
Caminho entre cinzas e ruínas,
As vozes dentro são minhas assassinas.
Marcas de fogo, sussurros de dor,
Na dança do caos, encontro meu amor.
O caos consome, devora, domina,
Sua força é eterna, sua fome é divina.
Desde aquele dia que tudo mudou,
Meu mundo em chamas se renovou.
Refrão:
Vou incendiar, rasgar a noite com meu grito,
Dançar no abismo, um caos infinito.
Melhor fugir, pois minha fúria não tem razão,
Hoje o caos é o meu trovão.
Vou incendiar, rasgar a noite com meu grito,
Dançar no abismo, um caos infinito.
Melhor fugir, pois minha fúria não tem razão,
Hoje o caos é o meu trovão.
Ponte:
O caos é eterno, a verdade oculta,
Ele molda a vida, é a chama que insulta.
Não há finais, só um novo começo,
Do caos, meu espírito é endereço.
Final:
Vou incendiar, abraçar o caos, meu destino,
Brilhar na escuridão, um eterno hino.
Com meu trovão, a noite eu domino,
O caos é rei, e eu sou o divino.