Valongo, manto verde a brilhar,
No coração das serras a cantar.
Serra da Cuca Macuca a sussurrar,
Moura encantada a nos guiar.
Ventos que trazem melodias,
Dos povos antigos, suas harmonias.
Nos fojos profundos a história a vibrar, Vallis Longus, eterno a lembrar.
Rios que dançam entre as pedras, a vida a revelar,
Em cada curva, um segredo, um sonho a despertar.
Valongo, terra de bravos, de histórias sem fim,
Teus filhos guardam contigo o amor que há em ti.
Um dia a ti hei-de voltar para jamais te deixar.