

Prompt / Lyrics
[Verse 1] Acordei com o peso do mundo TV gritando mais uma explosão Mãe reza baixo, mão tremendo Contando as moedas do fogão Favela em cima do barranco Chuva dentro, teto no chão Meu mano sonhava ser médico Hoje vende bala no busão [Chorus] É favela blues, 2026 Coração cansado, mente na matriz Depressão no peito, guerra na TV Diz pra mim, meu Deus, o que vai acontecer? É favela blues, 2026 Se eu sumir agora, será que alguém vai ver? Entre tiro, fome e conta pra vencer Tô pedindo força pra não me perder [Verse 2] Scroll no feed, só desastre Criança correndo de tanque, de arame Eu vejo o rosto do meu irmão Em cada corpo sem nome, sem sangue na carne Na laje o vizinho faz graça Mas o riso é fraco, tem medo por trás Ele pergunta: "mano, tu dorme?" Eu digo "quase" e ele entende demais [Chorus] É favela blues, 2026 Coração cansado, mente na matriz Depressão no peito, guerra na TV Diz pra mim, meu Deus, o que vai acontecer? É favela blues, 2026 Se eu sumir agora, será que alguém vai ver? Entre tiro, fome e conta pra vencer Tô pedindo força pra não me perder [Bridge] I’m drowning in headlines, lost in the noise But I still hear my grandma saying “segura, meu boy” (hey!) Se o mundo lá fora só fala de dor Eu abraço meu povo e canto mais alto que o terror [Chorus] É favela blues, 2026 Coração cansado, mente na matriz Depressão no peito, guerra na TV Diz pra mim, meu Deus, o que vai acontecer? É favela blues, 2026 Se eu sumir agora, será que alguém vai ver? Entre tiro, fome e conta pra vencer Tô pedindo força pra não me perder (não me perder)
Tags
rap, Dusty 12-bar blues guitar loop over head-nod hip-hop drums, deep sub bass, subtle vinyl crackle. Male vocals, raw and close-mic’d, verses half-rapped with triplet pockets, choruses sung in a weary blues cadence. Add distant favela percussion and crowd shouts on hooks; last chorus opens up with stacked call-and-response harmonies and a slightly distorted lead vocal for grit., blues, hip-hop, world
3:17
No
3/31/2026