Dentro de uma introspecção insana, desliso sinuosamente meus pensamentos, a lugares que outrora reprimiam minhas ações, acerca de meus sentimentos, por mais inusitado que pareça, vivenciei peculiaridades complexas.
Trago à tona reflexões repletas de incertezas, advindas de memórias não tão compreendidas, talvez pelo contexto tempestuoso que senti, momentos que já se distanciam á muito tempo.
A mente ela trava em um contínuo dejavu, a dor de vivencias incertas, encobertas pelas incertezas é o que impera, procuro de maneira incessante controlar esse fluxo descontrolado de minhas emoções,
As forças, em meu domo interno emergem como estocadas de punhais, dilaceram meu ser, em constantes e insanas dores, que há sua representação em lagrimas de sangue, sim, assim que sinto..., porém algo além de minha compreensão, desperta subterfúgios que intensificam muitas dúvidas, que se apropriam por períodos de foco presente, fazendo me questionar se o que sinto, me define como mais um entre a multidão.
A dor tirou-me a reação, ela me enfraqueceu, da mesma forma que um nômade em sua longa peregrinação, em meio a dunas no mais causticante deserto, sua pele ardida ao calor incessante lhe tirando a vitalidade, que se desvai pela sede e o cansaço, sim, a descrição não poderia ser melhor, pois retrata vividamente o que sinto.