Sob o céu de lavanda e ouro fino,
Paris acorda quando o sol se vai.
Cada esquina desenha um destino,
Enquanto a noite mansa e lenta cai.
As luzes dos postes de ferro antigo
Refletem no chão de pedra molhada,
O Sena corre, sussurrando um abrigo,
Para os amantes que não querem dar em nada.
Há um acorde de acordeon no vento,
Que flutua entre os cafés da calçada,
Parando o relógio, guardando o momento,
Numa fração de segundo eternizada.
Paris não é apenas uma cidade,
É um estado de alma, um cais de flor.
Onde até a mais profunda saudade
Se veste de luz e se transforma em amor.
[Female Vocal]
[Male Vocal]
[Violin Solo]
[Chorus]