Intro (falado, baixo, com eco leve)
(pausa curta entre frases)
Heh…
Nobara Kugisaki.
Não confunde estilo… com fraqueza.
Verso 1 (flow contínuo, seguro, sem gritar)
Venho do interior, mas meu sal-to faz ba-ru-lho
Martelo na mão, eu não re-cu-o, não fu-jo
Boneca de palha, pre-go cra-va-do na dor
Se encostar em mim, vai sen-tir o mes-mo hor-ror
(respira rápido)
Não sou figurante no campo de ba-ta-lha
Minha beleza não a-pa-ga a na-va-lha
Técnica amaldiçoada, co-ne-xão fa-tal
Ressonância ativa, da-no pro-por-ci-o-nal
(ênfase nas últimas palavras)
Quer medir força? Então mede a co-ra-gem
Aqui não tem princesa presa em per-so-na-gem
Se sangra igual, então pode ca-ir
Porque Nobara nasceu pra fe-rir… e sor-rir
Refrão (mais aberto, dominante, dobra de voz se possível)
Eu não luto pra agradar nin-guém
Luto do meu jeito e isso me man-tém
Se é maldição, eu faço a-jo-e-lhar
Com prego, martelo, eu vou te jul-gar
Sou feminina, for-te e le-tal
Meu estilo é livre, meu golpe é re-al
Nobara Kugisaki, pode a-no-tar
Não mexe comigo se não aguenta pa-gar
Verso 2 (mesma energia, mais provocação)
Enquanto subestimam, eu a-van-ço sor-rin-do
Autoestima alta, i-ni-mi-go ca-in-do
Não preciso de herói pra vir me sal-var
Eu mesma decido quem vai san-grar
Dor refletida, e-fei-to co-la-te-ral
Cortou o braço? da-no es-pi-ri-tu-al
A ligação é direta, não tem co-mo cor-rer
Quando o prego entra, co-me-ça a do-er
Não sou sombra de ninguém no es-qua-drão
Luto lado a lado, mas sigo meu pa-drão
Se a vida é cruel, eu encaro de fren-te
Ser quem eu sou é meu golpe mais po-ten-te
Ponte (voz controlada, quase fria)
Se o mundo quer moldar quem eu devo ser
Eu quebro o molde sem me arrepender
Entre o belo e o brutal, eu sou a jun-ção
Elegância e caos na mesma mal-di-ção
Refrão Final (mais intenso)
(igual ao anterior, com mais força)
Outro (falado, lento, seguro)
Não é sorte… é convicção.
Não é ódio… é precisão.
Nobara Kugisaki.
Bonita, confiante — e mortal.