[Verse]
Corro na chuva, tropeço no chão
Sangue nos dedos, rasgo a ilusão
Cada passo é um grito, ecoa no ar
Mas o topo me olha e se nega a chegar
[Chorus]
Nunca basta, nunca alcanço
Forço o corpo, quebro o pranto
Nunca basta, nunca é meu
O mundo gira, mas eu sou réu
[Verse 2]
Escalo muralhas que nunca têm fim
O suor vira lama, me afoga em mim
Grito calado, silêncio a me espreitar
É o eco da falha que vem me buscar
[Chorus]
Nunca basta, nunca alcanço
Forço o corpo, quebro o pranto
Nunca basta, nunca é meu
O mundo gira, mas eu sou réu
[Bridge]
Cada queda, promessa quebrada
Cada ferida, alma rachada
Vou até o limite, a linha se move
Toco o impossível, mas ele não resolve
[Chorus]
Nunca basta, nunca alcanço
Forço o corpo, quebro o pranto
Nunca basta, nunca é meu
O mundo gira, mas eu sou réu