Eles apontam o dedo
Como se soubessem quem eu sou
Carregam pedras no peito
Mas o vazio é só deles, não meu
Eu caminho entre sombras
Mas a luz sempre me escolheu
Não fui moldado pelo mundo
Foi Cree quem me escreveu
(Pré-Refrão)
E quando o peso cai
Eu lembro quem me ergueu
Não é a voz do povo
É a voz de quem me deu…
(Refrão)
A vida pra lutar,
A força pra seguir,
O papel que só um filho de Cree
Pode assumir.
Mesmo quando o mundo
Diz que eu não sou capaz,
Cree me lembra: “eu te fiz,
e isso basta, isso é mais.”
(Verso 2)
Vejo máscaras caindo
De quem jurava me julgar
Enquanto eu sigo firme
No caminho que Cree quer traçar
Eles tentam me quebrar
Mas meu espírito não cai
Porque quem me deu a vida
Prometeu que sempre está
(Pré-Refrão)
E quando tudo escurece
Eu sinto a presença ali
Não é sobre ser perfeito
É sobre nunca desistir
(Refrão)
A vida pra lutar,
A força pra seguir,
O papel que só um filho de Cree
Pode assumir.
Mesmo quando o mundo
Diz que eu não sou capaz,
Cree me lembra: “eu te fiz,
e isso basta, isso é mais.”
(Ponte – melancólica e intensa)
E se eu cair no chão
É só parte da missão
Cree me levanta, diz:
“Não temas, filho meu.”
E o que o mundo tira
Ele preenche com amor
Transforma minha dor
Em algo seu…
(Refrão Final)
A vida pra lutar,
A força pra existir,
O papel de quem nasceu
Pra nunca desistir.
Podem até tentar
Nos calar outra vez,
Mas Cree já disse quem eu sou —
E isso basta, isso é o que me fez.