(Verso 1)
O Eterno é o sopro que guarda o meu ser
E de falta nenhuma eu hei de saber.
Ele marca o compasso do meu caminhar
Dita a hora de ir e o tempo de parar.
Em campos de glória, o meu medo descansa
Onde o rio da vida em silêncio avança
Em Ti eu encontro a minha esperança
E sigo o rastro da Tua herança.
(Refrão)
Ainda que eu cruze o vale profundo
Onde a sombra da morte desenha o meu fim
Não temerei o silêncio do mundo
Pois Tu, ó meu Pastor, estás junto de mim!
Teu amparo é o norte, Teu apoio é o cais
Tua presença me basta, não preciso de mais.
(Verso 2)
Se a alma se perde em cansaços vãos
Sua voz me resgata e me toma pelas mãos.
A trilha da retidão é o mapa do meu pé
Guiado por Seu Nome, firmado no que Ele é.
Não é sobre o peso do que eu alcancei
Mas sobre o descanso que em Ti encontrei.
(Refrão)
Ainda que eu cruze o vale profundo
Onde a sombra da morte desenha o meu fim
Não temerei o silêncio do mundo
Pois Tu, ó meu Pastor, estás junto de mim!
Teu amparo é o norte, Teu apoio é o cais
Tua presença me basta, não preciso de mais.
(Ponte)
Tu montas a mesa à vista do medo
Unges meu rosto, revelas Teu segredo.
Meu cálice transborda, não posso conter
O amor que me invade e me faz renascer.
Tua bondade não apenas espera
Ela me caça, em qualquer primavera!
Sim, ela me persegue! Ela me alcança!
(Refrão Final)
Ainda que eu cruze o vale profundo
Onde a sombra da morte desenha o meu fim
Não temerei o silêncio do mundo
Pois Tu, ó meu Pastor, estás junto de mim!
Teu amparo é o norte, Teu apoio é o cais
Tua presença me basta, não preciso de mais.
(Outro)
A Tua fidelidade me persegue...
Tua misericórdia me alcançou.
E na Tua casa, o meu ser sossegue
Pois tu oh meu Pastor... nunca me deixou.
(Espontâneo)
De nada sinto falta.
De nada sinto falta.
Tu és o meu Pastor...
E nada temerei...