Eu, sentado na calçada,
Os pensamentos em quase nada,
Olhando para a estrada.
Você, fingindo existir,
Não lembrando de mim...
Então, é meu mártir?
Refrão:
Você tem tudo que tem,
Mas não respeita ninguém.
Não é especial para alguém,
Seu desprezo vai além.
Seu vício não é contido,
Vejo o risco, eu insisto!
Meu coração está cansado de seu descaso.
Meus amigos, o escárnio estampado,
Meu semblante, sempre acostumado.
O coração segue atropelado:
Opróbrio, ignomínia e desdouro lado a lado.
Rameiras baratas se encontram fácil nas estradas.
O que eu ouvia? A infância nem existia.
Refrão:
Você tem tudo que tem,
Mas não respeita ninguém.
Não é especial para alguém,
Seu desprezo vai além.
Seu vício não é contido,
Vejo o risco, eu insisto!
Meu coração está cansado de seu descaso.
Final:
Vou deixar de conversa,
Pena que não te interessa
Meu caderno encapar.