[INTRO – som de relógio, passos, voz sussurrada com eco]
Shhh…
Ninguém grita aqui.
Eles já gritaram demais.
Agora... é minha vez.
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[VERSO 1 – batida fria, arrastada, som de respiração]
Apaguei meu nome do diário da dor
Enterrei o Hiroki… nasceu o terror
Eles riram de mim, cuspiram no chão
Mas agora eu volto… com faca na mão
Kaede dorme no quarto de mentiras
Sussurrando o nome dele entre as coxas partidas
Nao chora prazer no lençol encharcado
Mas vai gemer sangue no mesmo colchão rasgado
Ayumu, “amigo”, com olhar de serpente
Vou arrancar tua língua pra tu não mentir pra gente
E minha irmã… Kannko… te amei de verdade
Mas até amor apodrece em tanta falsidade
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[REFRÃO – arrepiante, com sussurros e vozes distorcidas ao fundo]
🚪 As portas se trancam… o sangue escorre…
👁️🗨️ O silêncio grita onde o traidor dorme…
⚰️ A luz apaga… os olhos viram…
🕯️ Hiroki voltou… e ninguém respira.
Ninguém respira...
Ninguém se esconde...
Na casa dos traidores…
só o medo responde.
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[VERSO 2 – batida ganha peso, clima de filme de terror]
Piso descalço, arranhando o chão
Deixo pegadas de ódio, de escuridão
O que é mais feio: a traição ou a pena?
Ambos morrem comigo... nessa cena
Olhos arregalados, gritos abafados
Mas agora sou eu que viro o pecado
Amarrou minha alma no poste da dor
Então virei fera, sem rosto, sem cor
Nao grita "me perdoa!" — tarde demais
Kaede tenta fugir — mas não vai
Ayumu reza, mas Deus não escuta
A justiça chegou… com máscara suja
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[REFRÃO FINAL – mais forte, vozes femininas chorando ao fundo]
🚪 As portas se trancam… o sangue escorre…
👁️🗨️ O silêncio grita onde o traidor dorme…
⚰️ A luz apaga… os olhos viram…
🕯️ Hiroki voltou… e ninguém respira.
Ninguém respira...
Ninguém se esconde...
Na casa dos traidores…
só o medo responde.
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[OUTRO – som de faca caindo, silêncio absoluto, respiração final]
— Eu amava vocês.
Agora…
eu só assisto vocês queimando.