Aqui vai um rap com o tema de negritude:
Verso 1:
Vem comigo nessa rima, vou falar do que é meu,
Negritude é herança, resistência, é o que cresceu.
Lá dos tempos de navio, até os guetos de hoje,
Minha cor, minha força, é o que a história não foge.
Dos quilombos até a favela, ecoa nossa voz,
Zumbi, Dandara, Malcolm, e agora é com nós.
Sou o brilho dessa pele, sou a luta por igual,
Sou o grito do passado que ainda busca o final.
Refrão:
Negritude é poder, é raiz que não morre,
É cultura, é saber, nossa força nunca corre.
De África até aqui, o tambor ainda bate,
A cor da minha pele é um grito que invade.
Verso 2:
Traz a capoeira, candomblé e maracatu,
Nosso som é ancestral, bate forte como o surdo.
Na quebrada, na esquina, nas vielas, eu vou rimar,
Mostrando que o meu povo ainda tem muito a mostrar.
No palco, na tela, no espaço, tô presente,
Quebrando as correntes de um sistema decadente.
Pele preta é orgulho, é amor, e é saber,
Que não importa o que façam, nós não vamos retroceder.
Refrão:
Negritude é poder, é raiz que não morre,
É cultura, é saber, nossa força nunca corre.
De África até aqui, o tambor ainda bate,
A cor da minha pele é um grito que invade.
Ponte:
Somos reis, somos rainhas, nossa história é luz,
Não vão nos apagar, porque o futuro conduz.
Com ciência, com arte, com fé e com ação,
Negro é resistência, é revolução!
Refrão:
Negritude é poder, é raiz que não morre,
É cultura, é saber, nossa força nunca corre.
De África até aqui, o tambor ainda bate,
A cor da minha pele é um grito que invade.
Espero que tenha curtido!