Ponto para Obaluaê / Omolu
[Entrada]
Xiuu, silêncio!
Atotô Obaluaê, o Rei está na terra
[Estrofe 1]
Dois nomes, dois caminhos, mesma luz a reluzir
Obaluaê e Omolu vêm a dor redimir
Na terra sagrada, na palha do chão
São faces divinas da mesma paixão
[Refrão]
Atotô Obaluaê, silêncio pra aprender
Atotô meu Omolu, verdade pra renascer
Na dor que liberta, na cura que vem
São reis da passagem, da morte e do bem
[Estrofe 2]
Obaluaê é o jovem, semente a brotar
É a fé que renova, esperança no ar
Ensina no escuro a confiar no viver
É silêncio sagrado, é força de ser
[Refrão]
Atotô Obaluaê, silêncio pra aprender
Atotô meu Omolu, verdade pra renascer
Na dor que liberta, na cura que vem
São reis da passagem, da morte e do bem
[Estrofe 3]
Omolu é o velho, o Senhor do final
Ensina com dor, mas com força vital
Mostra que o ego precisa morrer
Pra o novo caminho poder florescer
[Refrão – reforçado]
Atotô Obaluaê, silêncio pra aprender
Atotô meu Omolu, verdade pra renascer
Na dor que liberta, na cura que vem
São reis da passagem, da morte e do bem
[Fechamento]
Atotô Obaluaê, Atotô meu Omolu
Do nascer ao pôr do sol, nossa alma é de fé