

Prompt / Lyrics
Meu pai Antônio Carlos era homem da boleia Caminhoneiro da estrada, poeira na ideia Rodava por esse mundo sem olhar pra trás Mas dentro de casa a paz quase nunca tinha mais (Verso 2) Gostava de farra, de rapariga e bebida Na estrada levava outra vida Quando chegava em casa era discussão Brigava com tudo, virava confusão (Verso 3) Tem a língua afiada, fala sem pensar Gosta de falar mal de quem passa por lá Vizinho nenhum queria se chegar Com aquele jeito duro de conversar (Refrão) Muita preguiça num homem só Trabalho mesmo era bem pouco, dó Mas a história dele ficou por aí Entre poeira de estrada e conversa daqui (Final) Entre briga, estrada e recordação Assim ficou Antônio Carlos nessa canção.
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Sertanejo raiz
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3/15/2026