[Intro – suave e ecoado]
Uh uh uh uh… yeah yeah
Uh uh uh uh…
As luzes caem, o vento vem,
Só quem sente sabe bem.
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[Verso 1]
Pelas ruas eu sigo bem,
Só nas esquinas quando vem,
As trocas de olhares,
Os passos vão, levam alguém.
Eu só quis explicar muito,
A força que tá por dentro,
Entre lembranças e arrependimento,
Só faço o que o tempo inventou.
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[Pré-Refrão]
Pensar, nem sei se vale,
O coração é quem decide,
Fica entre o amor e o medo,
Vida que insiste e divide.
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[Refrão]
Nas esquinas da vida eu passo,
Procuro onde foi o laço,
Pelas ruas mais frias,
Que só traz a memória vazia.
Uh uh uh uh… yeah yeah
Uh uh uh uh… (memória vazia)
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[Verso 2]
Palavras perdidas no vento,
E o tempo sem sentimento,
Levo o peso das promessas,
Que ficaram no pensamento.
Mas sigo, sigo inteiro,
Mesmo sem saber o roteiro,
A música fala comigo,
No silêncio verdadeiro.
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[Ponte – instrumental + voz leve]
Olho o céu, vejo o mesmo tom,
Cinza, azul, confusão,
A vida gira, gira o som,
Eu só quero direção.
Os rostos passam, o frio vem,
Mas o coração insiste em bem,
Mesmo ferido, segue em pé,
Entre o nunca e o talvez.
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[Refrão – bum mais forte]
Nas esquinas da vida eu passo,
Procuro onde foi o laço,
Pelas ruas mais frias,
Que só traz a memória vazia.
E mesmo que o tempo me leve,
Eu volto sempre pro que serve,
Pra lembrar o que ficou,
Pra esquecer o que doeu.
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[Verso 3 – parte nova, mais intensa]
Já não espero milagres,
Nem respostas no olhar,
Mas ainda guardo imagens,
De quem me fez sonhar.
As luzes da cidade acendem,
Mas dentro tudo se apaga,
Sigo firme, mesmo em queda,
O coração nunca se cala.
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[Refrão final – com coro suave e eco]
Nas esquinas da vida eu passo,
Procuro onde foi o laço,
Pelas ruas mais frias,
Que só traz a memória vazia.
Uh uh uh uh… yeah yeah
Uh uh uh uh… (memória vazia)
Mesmo cansado, sigo o compasso,
Porque o amor nunca é escasso.
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[Encerramento – bum suave e fade]
Uh uh uh uh…
Yeah yeah…
Na esquina da vida,
Ainda encontro o que sou.