

Prompt / Lyrics
[Verse 1] Voltei pela estrada antiga Pedras soltas, pó no ar Cada curva traz um rosto Que o tempo não soube apagar A velha tasca ainda canta Cheiro a sopa e a café Um abraço que se demora Perguntam se ainda sou de pé [Chorus] Regresso à aldeia, coração na mão Tanta saudade, tanta contradição Sou de aqui e sou de longe Filho da terra e do avião Regresso à aldeia, peito a arder Quem eu fui e quem eu quero ser [Verse 2] As vizinhas à janela Sabem tudo o que eu vivi Contam anos pelos cabelos Que ficaram longe daqui Na praça o sino repica Marca horas sem perdão Eu contei-as noutros mapas Mas batiam na mesma mão [Chorus] Regresso à aldeia, coração na mão Tanta saudade, tanta confusão Sou de aqui e sou de longe Entre o passado e a estação Regresso à aldeia, volto a aprender Que às vezes ir é outra forma de querer [Bridge] Tenho a mala meio aberta (oh) Pronto a ir e a ficar A verdade desta terra É ferida boa a sangrar [Chorus] Regresso à aldeia, coração na mão Fado antigo numa nova canção Sou de aqui e sou de longe Sempre a partir para pertencer Regresso à aldeia, deixo-me doer Porque essa dor é o meu viver
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country, Intimate Portuguese fado with nylon-string guitarra portuguesa and classical guitar, light accordion swells, and male vocals. Starts sparse and conversational, then swells in the chorus with rich vibrato and subtle backing harmonies. Dynamics rise on the wordless vocal lines, then fall back to a hushed, confessional tone in the verses, ending on a soft, unresolved cadence., fado
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3/21/2026