Eu acordo no breu, o quarto é uma prisão cinza
Olhos no teto rachado, revivendo o que eu quebrei
Por que a vida me arrasta por ruas sem nome?
Arrependimentos queimam, como cinzas no meu peito
Escolhas erradas, fantasmas que não me deixam
Busco um sinal no vazio, mas só ouço o eco do nada
Ei, vida, qual é o teu jogo cruel?
Propósito perdido no caos, eu grito pro ar!
Caio no abismo, me ergo pro nada, questiono o porquê
Depressão me engole, mas eu luto pra entender!
Amigos viraram ecos, amores viraram pó
Noite após noite, eu conto os erros que fiz
Podia ser rei, mas sou rei do meu inferno
Onde está o fogo que acende esse coração morto?
Arrependimentos são facas, cortam fundo na alma
Mas e se a dor for o grito que me faz
Ei, vida, qual é o teu jogo cruel?
Propósito perdido no caos, eu grito pro ar!
Caio no abismo, me ergo pro nada, questiono o porquê
Depressão me engole, mas eu luto pra entender!
Não há respostas no escuro, só o peso do "e se"
A vida é um rock sem fim, torto e sem perdão
Mas no fundo da queda, eu vejo um brilho fraco
Reflita no erro, no tropeço... é aí que nasce o real.
Ei, vida, eu vejo teu rosto agora!
Propósito é luta, no caos eu me forjo!
Caio, me ergo, abraço o abismo e o céu
O sentido é resistir... resistir pra
entender... viver...