Gritos distantes e distorção fria
O ar cheira à carne morta...
E o demônio está sorri...
Sombras dançam nas paredes,
O sangue é a única luz.
A alma que implora e treme,
É o cântico que o corpo traduz.
Filho da perdição!
Ecoa o grito na escuridão!
Carne e fé no mesmo altar,
O inferno vem te coroar!
Olhos frios, voz de aço,
Silêncio é sua oração.
Na mente, um templo em cinzas,
Na carne, a obsessão
Filho da podridão!
Ecoa o grito na escuridão!
O sangue é o hino, a dor o mar,
Banquete eterno… a te chamar.