Yeah, yeah
Hungria vibe, trap no couro
Luxo, dor e fé — tipo filme em slow-mo
[Verso 1]
Coração turbo, motor V8 no peito (vruum)
Ela fala de amor, mas eu falo de respeito
Tô virando nota, ela virando efeito
Enquanto o tempo cobra, eu pago o preço perfeito
Relógio caro, mas o tempo não volta
Fiz da saudade um hit, deixei na minha rota
Na pista da vida, a dor me escolta
Mas se o jogo é correr, meu sonho é minha aposta
[Pré-Refrão]
Eu vi o céu cair, mas não perdi o chão
Blindado por fora, quebrado na missão
O brilho da cidade reflete na visão
Mas quem tem passado pesado entende o refrão
[Refrão]
Te vejo no retrovisor, mas não posso voltar
O asfalto é quente e o coração quer acelerar
No reflexo do vidro, um luxo pra disfarçar
O trap é terapia, não é pra se exibir, é pra lembrar
[Verso 2]
Mente milionária, mas alma de favela
Hoje o palco é luz, mas eu vim da viela
Mão no volante, outra no sonho dela
Mas amor e fama nunca dormem na mesma cela
Rolex no pulso, ferida no peito
O sucesso pesa mais do que o conceito
Cês falam de hit, eu falo de efeito
O tempo é cruel, mas o som é perfeito
[Ponte / Flow Drop]
Yeah, tô na pista tipo um R8
Verso fino, flow quente — jeito elite
Coração em looping, tipo beat
Se a saudade toca, eu repito o feat
[Refrão Final]
Te vejo no retrovisor, mas não posso voltar
A estrada é longa e o passado é lugar pra olhar
Coração blindado, mas sente o disparar
Hungria style — luxo, dor e fé pra continuar