(Intro – voz e violão, suave)
Doze de julho de dois mil e dezessete
O dia que Deus me chamou pelo nome…
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(Verso 1 – crescente emocional)
Doze de julho mudou minha história
O céu assinou minha vitória
Você chegou tão pequena nos braços
Mas já gigante ocupando meus espaços
Maria Eduarda, meu melhor presente
Minha calmaria em meio à corrente
Você faz da sala o seu grande palco
E eu perco o medo, eu perco o salto
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(Pré-Refrão – crescendo)
A gente afasta o sofá, aumenta o som
Você dá risada e eu já entro no tom
Lá fora o mundo pode esperar
Porque o melhor da vida é te ver dançar
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(Refrão – explosão, plateia cantando junto)
Afasta o sofá e vem
Que a vida fica melhor também
Se for pra te ver sorrir
Eu danço até cair
Tenho orgulho de quem você é
Da sua coragem, da sua fé
Se o mundo um dia te derrubar
Tem um pai aqui pra te levantar
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(Pós-refrão – repetição estilo DVD)
Afasta o sofá… e vem!
Afasta o sofá… e vem!
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(Verso 2 – mais intenso)
“Papai, tá errado, é dois pra lá!”
Eu todo duro tentando acertar
Sem ritmo, sem coordenação
Mas transbordando amor no coração
E se um dia o tempo acelerar
E a vida tentar te mudar
Lembra da sala, da nossa canção
Do pai desafinado segurando sua mão
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(Ponte – voz rasgada, emoção máxima)
E quando você crescer, se o mundo pesar
Se alguém duvidar do seu sonhar
Eu vou estar aqui, pode acreditar
Pronto pra dançar… pronto pra lutar
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(Refrão Final – 2x, explosão total)
Afasta o sofá e vem
Que a vida fica melhor também
Se for pra te ver sorrir
Eu danço até cair
Afasta o sofá e vem
Que eu enfrento o mundo também
Se o medo quiser te parar
Segura minha mão que eu vou te acompanhar