[Intro – Voz divertida e provocante]
“Ei, papai...
Aqui não é só gol.
Aqui é espetáculo!”
— Lavinho tá na área, bebê.
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[Verso 1 – Chegada com marra]
Chama o Lavinho que o show começou,
Gol de letra, de calcanhar, dominou!
Você joga com força, eu jogo sorrindo,
Você sua — eu deslizo, vou rindo.
De onde eu vim? Brasil, favela viva,
Onde o drible é arte, não sobrevida.
Eles treinam pra vencer no esforço,
Mas eu? Eu danço com a bola no pescoço!
Comédia esses gringo se achando gênio,
Fazem gol chorando, eu faço com veneno.
Você vê pressão, eu vejo espaço,
Enquanto se perde, eu dou outro passo.
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[Refrão – Ritmado e provocante]
Lavinho! O craque é malandro,
Dribla, samba, finaliza jogando.
Eles querem gol — eu dou show!
E ainda mando tchauzinho no flow.
Lavinho! O sorriso do campo,
Enquanto cês correm, eu tô só no encanto.
Com gingado, sem freio, sem dó,
Quando a bola me vê... ela grita: "ó o gol!"
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[Verso 2 – Arrogância divertida]
Você pensa demais, eu só fluo,
Você trava, eu improviso e atuo.
Domínio no peito, passo na cara,
Ainda te dou boa noite com a perna mais rara.
Isagi pensa, Barou berra,
Kaiser tenta — mas Lavinho emperra.
Drible de corpo, rebolado na perna,
Sou Brasil raiz — mó cena moderna!
Se o gol é arte, eu sou a moldura,
Cada jogada minha é pintura.
Querem tática? Eu dou ginga,
Tô dançando, irmão — segura essa língua!
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[Refrão – Mais ousado agora]
Lavinho! Não é só talento, é show,
Eu faço o estádio virar carnaval no flow!
Com um chute ou uma dancinha,
Cês caem no chão e eu sigo na linha.
Lavinho! O rei da ousadia,
Enquanto cês travam, eu sou poesia.
Rabisquei três, fiz o zagueiro cair,
E ainda posei pra foto antes de ir.
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[Outro – Voz suave com tom debochado]
“Cê joga com ego, né?
Eu jogo com ritmo.
Lavinho… o gol com gingado.”
[Male Vocal]