[LETRA DA MÚSICA]:
(Verso 1)
Da janela do meu quarto, o tempo parece parar,
Enquanto lá fora o mundo insiste em acelerar.
Vejo sombras e luzes, a pressa de quem vai,
E a minha própria vida, quem sabe, pra onde vai?
Uma melodia antiga ecoa em meu pensar,
Um sussurro distante que não consigo decifrar.
(Refrão)
O que eu faço aqui, parado, a ver a vida escoar?
Se o sol me chama lá fora, me convida a despertar.
Vou correndo, vou voando, pra esse tempo recuperar,
Pra sentir o vento no rosto e a vida abraçar!
(Verso 2)
As canções que ouço agora têm outro tom, outra cor,
O cinza da rotina perde um pouco o seu fulgor.
Não quero ser platéia, nem apenas um olhar,
Quero ser a história que a vida vai contar.
Em cada passo novo, um recomeço a florescer,
Um adeus à inércia, um novo jeito de viver.
(Refrão)
O que eu faço aqui, parado, a ver a vida escoar?
Se o sol me chama lá fora, me convida a despertar.
Vou correndo, vou voando, pra esse tempo recuperar,
Pra sentir o vento no rosto e a vida abraçar!
(Ponte)
E talvez no caminho, em cada novo amanhecer,
Eu encontre a razão que me fez renascer.
Não mais da janela, mas em cada passo meu,
A vida me acenando, um adeus ao que se perdeu.
(Outro)
Vou pra fora... vou pra vida...
Pra vida alcançar...
Correndo... voando...
Até a vida abraçar...