(Intro)
Yeah…
Aqui é o Carlos, direto das ruas,
Mas com o olhar no céu…
Falando de Apocalipse 16 — o juízo chegou.
Quem tem ouvidos, ouça!
(Verso 1)
falo do fim, visão revelada,
Anjos derramam taças sobre a jornada.
O mundo brinca com Deus, pensa que é piada,
Mas o céu se move, a ira é declarada.
Primeira taça — ferida na pele,
O homem sente dor, mas ainda se repele.
A segunda — o mar vira sangue espesso,
O grito ecoa, é juízo expresso.
(Refrão)
Carlos alves, falando a verdade,
Apocalipse 16 — chegou a realidade!
O leão de Judá já rugiu na cidade,
Quem zombou da cruz perdeu a liberdade!
(Verso 2)
Terceira taça — rios se transformam,
Águas que curavam agora deformam.
Deus é justo, puro no Seu ser,
Dá pra sentir o peso do Seu poder.
Quarta taça — o sol castiga,
O fogo queima, o orgulho fadiga.
Mesmo assim o homem não se arrepende,
Mas a Palavra é viva e nunca se rende.
(Refrão)
Carlos alves, falando a verdade,
Apocalipse 16 — chegou a realidade!
O leão de Judá já rugiu na cidade,
Quem zombou da cruz perdeu a liberdade!
(Verso 3)
Quinta taça — trevas sobre o trono,
O mal se cala, perde seu dono.
A besta ruge, mas Cristo reina,
O céu se abre, a luz é plena.
Sexta taça — Eufrates secou,
Os reis da terra, o exército formou.
Armagedom preparado, som de trovão,
Mas Carlos declara: Cristo tem o cinturão!
(Final)
Sétima taça, trovões e relâmpago,
A voz no templo grita: “Tudo está feito!”
O mundo cai, o céu resplandece,
Jesus volta, a justiça acontece!
(Outro)
Carlos falou, não foi por vaidade,
Mas por amor, por fé, por verdade.
Apocalipse 16, revelação do céu,
Quem tá com Cristo pisa no véu!