

Prompt / Lyrics
[Verso 1: Narrativo] No rancho da periferia, o drama se desenrolava, O padrasto dava o nome, o sustento ele garantia. Mas o pai ausente, por uma lei era impedido, De abraçar o próprio sangue, de ser por ele ouvido. O ódio do padrasto era um muro de concreto, Queria apagar o rastro, ser o único e o certo. [Verso 2: A Tensão] Ele odiava o DNA, odiava a semelhança, Usava o ciúme pra afastar a esperança. Dizia: "Quem cria sou eu, o dono aqui sou eu", Esquecendo que o laço... foi Deus quem escreveu. Mas no dia do aniversário, o plano foi traçado, O pai buscou o filho, levou pro seu lado. [Refrão: Forte, Repetitivo - O "Vai e Vem"] Pode ser o dono da casa, mas não é o dono do amor! Pode dar o teto, mas não tira a minha dor! O sangue é meu, o filho é meu, o laço é meu... O lugar é seu na cama, mas o pai dele sou EU! O sangue é meu, o filho é meu, o laço é meu... O lugar é seu na cama, mas o pai dele sou EU! [Verso 3: A Tragédia (O Clímax)] O portão veio abaixo, o padrasto surgiu mirando, O ódio virou tiro, o ciúme foi disparando. Mas a mão dele traiu, o destino foi cruel, O clarão cortou o ar... e abriu o céu. A pequena caiu ao solo, sobre o doce e o glacê, Um presente de sangue que ninguém queria ver. [Finalização: Lenta e Dramática] Na cela da consciência, os dois homens se encaram, As leis da terra e do sangue ali se misturaram. E a vela que sobrou, no meio do vazio, Ilumina o silêncio... de um corpo frio.
Tags
Sertanejo Narrativo Dramático, Modão de Goiás, Sanfona Chorada, Dueto Masculino, Emoção Profunda.
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No
4/6/2026