Verso 1 – 0:26 – 1:05
O espelho quebrou com a minha verdade,
Reflexo vazio, mil anos de saudade.
O sangue arde — mas não me aquece,
Cidade morta, a loucura me tece.
Falo com vozes que vivem nas paredes,
Sinto o gosto do medo nas redes.
Sou o eco da ruína que dança,
Sou o riso que mata a esperança!
Pré-Refrão – 1:06 – 1:25
A máscara rasga, o segredo vaza...
Quem sou eu sem a farsa?
Na sombra, a carne fala,
Na dor... a mente abraça!
Refrão – 1:26 – 1:55
EU GRITO E O CÉU NÃO ME OUVE MAIS!
(Ouço risos no véu da cidade...)
EU SORRIO E O MUNDO CAI!
(Minha loucura é minha verdade...)
Sou a máscara que sangra — no breu!
E a tragédia... sou eu!
Verso 2 – 1:56 – 2:25
A sanidade é um luxo que enterrei,
Com os corpos dos deuses que matei.
A Camarilla chora no disfarce,
Mas o caos... é a minha arte!
Beijo a noite com dentes e culpa,
Faço da dor a minha escultura.
As vozes dizem: “liberta a chama!”
E o fogo consome quem me ama!
Ponte – 2:26 – 2:55
Sou o que ri quando o mundo dorme...
Sou o que morde o próprio nome...
A máscara cai...
E a cidade chora!
O teatro da mentira...
Acaba agora!
Refrão Final – 2:56 – 3:25
EU GRITO E O CÉU NÃO ME OUVE MAIS!
EU SORRIO E O MUNDO CAI!
Sou a máscara que sangra — no breu!
E a tragédia... sou eu!
Encerramento – 3:26 – 3:40
A lua cala...
A mente fala...
E no fim...
a verdade é só mais uma...
mentira bela.