Lá no norte do Mato Grosso do Sul
Tem um pedaço de céu no sertão
Pequenininha no mapa do estado
Mas gigante de alma e coração
O sol nasce cedo na lida do campo
Bota na poeira, chapéu na mão
O gado pastando desenha a história
Que o tempo escreveu nesse chão
(Refrão)
Ô Figueirão, meu orgulho, minha paixão
Pequena no tamanho, mas enorme no coração
Terra de gente trabalhadeira
Que nunca foge da missão
Ô Figueirão, tu és força e tradição
(Verso 2)
Aqui quem chega querendo crescer
Encontra abraço e aperto de mão
Porta aberta, café passado
E respeito como religião
Fundada por Moisés Galvão
Sonho forte no meio do sertão
Vinte e dois anos de caminhada
Mas com eternidade na palma da mão
(Refrão)
Ô Figueirão, meu orgulho, minha paixão
Terra de gado, de fé e união
Trabalho duro de sol a sol
Honrando cada geração
Ô Figueirão, gigante do meu coração
(Ponte)
Pode ser pequena pra quem olha de fora
Mas quem vive aqui sabe bem
Grande é o povo que luta e constrói
E que não deve nada pra ninguém
(Refrão Final – mais forte)
Ô Figueirão, meu pedaço de chão
Raiz firme no sul do sertão
Teu futuro é estrada comprida
Escrita com fé e dedicação
Pequena cidade…
Mas a maior do meu coração.