

Prompt / Lyrics
Dois mil e quinze, o primeiro gole, o primeiro passo pro chão O altar ficou pra trás, a revolta virou minha direção Cinco anos errante, na estrada larga da perdição Drogas e copos, noites vazias, sem paz no coração. Eu era o pródigo, o mundo era o meu lugar Mas tinha uma Maria que não parava de clamar. (Verso 2) Julho de dezenove, o barulho da festa lá fora No banheiro químico, sozinho, chegou a minha hora Com aquele pino na boca, a voz não conseguia sair Mas no grito da mente, eu disse: "Deus, não me deixa cair!" "Se tens uma promessa, cumpre ela agora em mim Pois eu não aguento mais viver nesse deserto sem fim." (Pré-Refrão) E o travesseiro virou altar, o sono virou visão Toda noite eu pregava, sentia a Tua unção O Evandro que caía, agora via a restauração. (Refrão) Foi no meio da boate que a Luz me visitou Onde o mundo celebra a morte, a Vida me encontrou! Jesus entrou na festa, quebrou as correntes do mal Me deu um nome novo, um destino sobrenatural. (Ponte) Ele me deu uma esposa, uma voz que canta o louvor Me deu um filho, um fruto do Seu imenso amor A família que eu perdi, Ele em dobro me entregou O Cervantes que era escravo, hoje é pregador do Senhor! (Final) A promessa se cumpriu... A oração da mãe chegou ao céu... Hoje eu prego a vida, de quem me tirou do véu. Eu sou o Evandro Cervantes, um milagre de Deus.
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Pad piano , strings
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No
2/25/2026