

Prompt / Lyrics
[Intro – falado/baixo e guitarra limpa com reverb] No silêncio da cidade… ninguém ouve quando uma alma grita. [Verso 1] Eu era só mais um rosto na multidão Sombras longas no chão da estação Numa noite fria me arrancaram do ar Levaram meu nome… pra nunca mais voltar Anos presos num quarto sem sol Testes e dor, meu corpo em pó Morri três vezes… senti o fim Mas algo escuro respirava em mim [Pré-Refrão] Eles mexeram com o que não entendiam Brincaram com o céu e com o abismo E quando a última máquina ligou… o inferno abriu no mesmo prisma [Refrão] Explodiu como um trovão na escuridão Poder correndo nas veias da mão Uma asa branca, outra carvão Sou milagre ou maldição? Olhos de luz com fundo de breu Eu renasci… mas não sou eu Se o céu me fez ou se o caos me criou Só sei que a noite me adotou [Verso 2] Saí dos escombros sem entender O mundo ardendo atrás de mim A dor rasgando minha própria pele Duas asas nasceram assim Corri até o rio pra me enxergar Reflexo quebrado na água a tremer Metade anjo, metade guerra Quem eu fui… já não quer viver [Refrão] Explodiu como um trovão na escuridão Poder correndo nas veias da mão Uma asa branca, outra carvão Sou justiça ou perdição? [Ponte – mais lenta, pesada] Na noite eu ando sem deixar pegadas Jornais falam da explosão Mas ninguém fala do que fizeram Com o coração de um cidadão Vi um homem ferindo inocência E algo queimou dentro de mim Minhas veias viraram tempestade E o mundo perdeu mais um fim [Refrão Final – mais intenso] Explodiu como um trovão na escuridão Metade luz, metade condenação Se o céu falhou, eu faço então A justiça com minhas próprias mãos Uma asa branca, outra carvão Carrego o peso da decisão Não sou santo, não sou vilão Sou o erro da criação [Outro – guitarra chorando estilo blues] Entre nuvens eu aprendi a voar Entre relâmpagos eu fui me achar Se Deus me escuta ou se o mundo me vê Ainda não sei… o que eu vou ser. [Solo guitarra lenta e conflito]
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Blues lento, grave bass, male
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No
2/27/2026